domingo, 30 de maio de 2010

Da indefinição.

Está chovendo forte e cada sopro de vento parece querer me roubar de mim. Abro a janela e me deixo tocar pelas gotas d’água, guardando a vã esperança de que esse mesmo vento me leve pra longe, me dê um alento, me faça mergulhar no mais profundo daquele eu-confuso. No fim da trajetória, sempre se espera encontrar respostas. Mas as respostas geram outras perguntas que eu não sei se quero responder.

2 comentários:

- Tetê - disse...

Respostas não nos levam a lugar nenhum. Perguntas sim.

Amo tu!

Tamyle Dias Ferraz disse...

Chuva, sempre atuando como combustível de grandes textos!!!